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Jogadora servia assaltada: como ela está agora? (Veja as últimas notícias)

VôleiJogadora servia assaltada: como ela está agora? (Veja as últimas notícias)

Beleza, pessoal! Hoje vou contar pra vocês uma história que me deixou de boca aberta, uma parada que aconteceu comigo e que, sinceramente, ainda tô processando. A treta envolve uma jogadora sérvia, um assalto e… bem, vocês vão entender.

Jogadora servia assaltada: como ela está agora? (Veja as últimas notícias)

Começou assim: tava eu, tranquilão, navegando na internet, vendo uns vídeos de esporte (sou fã, confesso!), quando me deparei com uma notícia sobre uma jogadora de vôlei da Sérvia que tinha sido assaltada aqui no Brasil. Fiquei puto na hora! Que mancada, né? A mina vem pra cá, representar o país dela e acontece uma dessas.

Aí, me deu um estalo: “Cara, eu preciso fazer alguma coisa!”. Não ia ficar só lamentando e reclamando nas redes sociais. Decidi que ia tentar ajudar de alguma forma. A primeira coisa que fiz foi procurar mais informações sobre o caso. Queria saber exatamente o que tinha acontecido, onde foi o assalto, o que tinham levado dela.

  • Primeiro passo: Joguei no Google tudo que podia sobre “jogadora servia assaltada brasil”. Li notícias, posts em redes sociais, tudo que aparecia.
  • Segundo passo: Tentei descobrir se ela tinha alguma vaquinha online, algo assim, pra ajudar a repor o que foi roubado. Não achei nada.

Aí pensei: “Se não tem vaquinha, eu vou criar uma!”. Mas calma, antes de sair pedindo dinheiro, precisava ter certeza de que ela realmente precisava da ajuda e que a grana ia chegar até ela. Comecei a fuçar mais a fundo, procurar o contato dela ou de alguém próximo.

Foi aí que a coisa ficou interessante. Descobri que a jogadora tinha um Instagram. Mandei uma mensagem direta (DM) pra ela, em inglês, me apresentando e explicando que tinha lido sobre o assalto e que queria ajudar. Falei que estava pensando em criar uma vaquinha, mas que precisava da permissão dela e, principalmente, ter certeza de que ela receberia o dinheiro.

Pra minha surpresa, ela respondeu! Demorou um pouco, claro, mas ela respondeu. Agradeceu a minha preocupação e disse que estava bem, fisicamente, mas muito abalada com a situação. Ela confirmou que tinham levado documentos, dinheiro e o celular dela. E o pior: o celular era a ferramenta de trabalho dela, onde ela guardava contatos, fotos, vídeos, tudo!

Jogadora servia assaltada: como ela está agora? (Veja as últimas notícias)

Aí a parada ficou séria. Combinei com ela de fazer uma chamada de vídeo pra gente se conhecer melhor e eu explicar direitinho o que eu estava planejando. Marcamos um horário e, cara, fiquei nervoso! Era a primeira vez que eu fazia algo assim, de ajudar alguém que eu nem conhecia, de outro país.

Na chamada, ela se mostrou uma pessoa super simpática e gente boa. Explicou que estava tentando resolver a situação dos documentos com a embaixada, mas que o celular era o que mais estava fazendo falta. Decidimos, então, focar em arrecadar grana pra comprar um celular novo pra ela.

Criei a vaquinha online, expliquei a situação toda, coloquei fotos dela (com a permissão dela, claro!) e divulguei nas minhas redes sociais. Pedi pra galera compartilhar e, pra minha surpresa, a parada começou a viralizar! Amigos, conhecidos, desconhecidos, todo mundo começou a doar.

Em menos de uma semana, a gente bateu a meta! Consegui juntar a grana suficiente pra comprar um celular top de linha pra ela e ainda sobrou um pouco pra ajudar com outras despesas. Foi emocionante!

Fui até uma loja, comprei o celular, configurei tudo pra ela e combinei de entregar pessoalmente. Ver a cara dela de felicidade quando recebeu o presente foi a melhor recompensa de todas. Ela ficou super agradecida e disse que nunca ia esquecer o que eu e as outras pessoas tínhamos feito por ela.

Jogadora servia assaltada: como ela está agora? (Veja as últimas notícias)

Moral da história: Não adianta só reclamar das coisas que acontecem no mundo. A gente precisa fazer a nossa parte pra tentar torná-lo um lugar melhor. Às vezes, um pequeno gesto de solidariedade pode fazer uma diferença enorme na vida de alguém. E essa experiência me mostrou isso da forma mais linda possível.

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