Pois é, galera, hoje eu queria trocar uma ideia sobre uma parada que me deixou com a pulga atrás da orelha esses tempos. Sabe como é, a gente que vive nesse mundo digital acaba esbarrando nuns termos e numas coisas que fazem a gente pensar: “ué, que diacho é isso?”. E foi bem assim quando comecei a ver umas menções a “lol sexual” por aí. Minha primeira reação foi de estranheza, claro.

Aí, como sou um sujeito que gosta de entender as coisas, minha “prática” – se é que podemos chamar assim – foi tentar dar uma investigada, uma fuçada pra sacar qual era a desse negócio. Importante dizer logo de cara: não é que eu “pratique” o que esse termo sugere, pelo amor de Deus. Minha curiosidade foi mais no sentido de entender o fenômeno, o que as pessoas querem dizer com isso, onde isso circula.
Comecei dando umas olhadas por cima, com aquele cuidado de não cair em nenhuma cilada ou ver coisa que não quero. A gente sabe que a internet é um campo minado às vezes, né? O que eu percebi, e que me deixou bastante pensativo, é que esse termo geralmente aparece ligado a uma sexualização que, na minha opinião, não tem nada a ver com o jogo em si, o League of Legends. É como se pegassem o universo do jogo e distorcessem pra um lado que, francamente, é bem desnecessário e muitas vezes problemático.
Minha “prática”, então, foi mais observar como essas discussões acontecem, como esse tipo de conteúdo surge e o impacto que isso tem. Fiquei pensando muito sobre como essas coisas afetam a comunidade do jogo, especialmente os mais novos. A gente quer um ambiente de jogo divertido, saudável, pra competir e interagir, mas aí aparecem essas camadas de sexualização que só servem pra criar um clima estranho, tóxico até.
Lembro de uma vez, nem faz tanto tempo, que estava num fórum sobre games e o papo descambou completamente por causa de umas insinuações nesse nível. O que era pra ser uma troca de ideias sobre estratégias virou uma confusão, gente se ofendendo, um clima pesado. E é esse tipo de coisa que me incomoda. Minha “investigação” sobre esse tal “lol sexual” meio que me fez conectar os pontos de como essas paradas menores vão contribuindo pra um ambiente online mais complicado.
No fim das contas, essa minha “experiência” de tentar entender o tal “lol sexual” só reforçou uma coisa que a gente já meio que sabe: a internet é um espelho de muita coisa da sociedade, inclusive das partes mais esquisitas ou que a gente preferia não ver. E fica aquela sensação de que as plataformas, os desenvolvedores, todo mundo que tá envolvido na criação desses espaços online, precisa estar muito mais atento e ativo pra lidar com essas complexidades. Não é fácil, eu sei, mas deixar rolar solto também não dá. Fica aí a reflexão.
