Hoje cedo acordei com aquele sol já batendo na janela e pensei: “bora checar como o mar tá hoje”. Peguei meu celular, a mochila com toalha e protetor solar, e saí andando em direção à praia de Copacababa. Tava com aquela vibe boa, até que… uai, a maré tava alta demais!

Primeira impressão na areia
Mal pisei na areia, já senti aquele vento fortíssimo vindo do oceano. O guarda-vidas tava lá com a bandeira vermelha fincada na areia, gritando pro povo não entrar na água. Aí pensei: “ô loco, vou mesmo arriscar nadar nesse rolo?”. Fiquei só na beirada molhando os pés, e mesmo assim as ondas batiam com força nos joelhos.
As dicas que salvaram meu dia
- Banderia vermelha = nem pense em entrar. Nem pra molhar canela, sério!
- Onda não tem dó de ninguém. Vi turista de biquíni sendo derrubado feito peão de rodeio.
- Areia molhada é pura traição. Quase escorreguei quando a onda recuou, peguei o maior susto!
- Nunca vire as costas pro mar. Tava lá tirando foto quando uma ressaca veio de raspão – meu tênis virou barco a vela.
Meu corre pra aprender na marra
Depois do perrengue do tênis encharcado, fui me enfiar na barraca do guarda-vidas. O cara, todo zen, me deu aula com as mãos:
“Olha a tatuagem nova na minha perna? Correnteza me arrastou mês passado”. Mostrou como sair paralelamente da corrente sem ter pânico. Aí me toquei: a galera acha que praia é piscina, mas o oceano não brinca em serviço.
No fim das contas…
Troquei meus planos de nadar por um bom chopinho no calçadão. Enquanto tomava gelada, vi dois argentinos quase irem pro colo de Netuno tentando selfie. Corri pra gritar: “Mano, volta aqui pelo amor de Deus!”. O mar hoje tava lindo de ver, mas tava pegando fogo também. Moral da história: respeite as bandeiras e o sinal vermelho do guarda. Praia boa é pra volta viva!