Tava aqui limpando a casa hoje de manhã e bati o olho naquele cantinho da vó, sabe? Aquela parte da sala que parece que junta tralha sozinha. Um dia qualquer resolvi botar ordem naquela zona e descobri três coisas que são obrigatórias pra manter aquele espaço funcional sem perder a memória afetiva.
Primeiro Passo: O Grande Desmonte
Enchi o pulso e comecei a tirar tudo daquela estante antiga. Caixa de lenço, foto empoeirada, remédio vencido, até um guarda-chuva quebrado tava lá no fundo.
- Passo 1: Separei todas as bugigangas em três caixas: lixo, doação e itens com significado afetivo
- Passo 2: Limpei cada prateleira com vinagre diluído – aquela sujeira grudenta saiu facinho
- Passo 3: Descobri umas lascas na madeira que resolvi com massa plástica e retoques de giz de cera
A Descoberta Dos Três Essenciais
Quando fui reorganizar, percebi que tinha três coisas que não podiam ficar de fora:
- Porta-retratos coringa – Botei uma foto atual da família num porta-retratos que permite trocar a foto quando quiser
- Caixinha campeã de guerra – Arrumei uma lata bonita pra jogar dentro os remédios de uso diário que a vó precisa
- Cestinha de coragem – Pousei uma cestinha rasteira onde guardamos os óculos de grau e as chaves, assim ela não perde tempo procurando
Fiz um teste durante a semana: toda vez que a vó precisava de algo importante, tava ali do ladinho. Nada de ficar remexendo gaveta ou frustrada. O melhor? Cada item ainda guarda história: o porta-retratos veio da viagem ao Recife, a lata era de biscoito que ela adorava, e a cestinha era dos meus tempos de neném.
Pode parecer mixaria mas ver ela pegando os remédios sem precisar de ajuda me deu um alívio danado. Às vezes as soluções melhores moram onde a gente menos espera – e num cantinho bagunçado da sala!