Hoje vou compartilhar como eu apliquei as técnicas do voleibol feminino japonês no meu treino matinal. Tudo começou quando vi aquelas japonesas jogando na liga mundial – mó raça, saca? Resolvi botar em prática sem enrolação.

Primeiro Passo: Observação Minuciosa
Peguei uns vídeos de jogos da seleção japonesa e fiquei reparando nos detalhes:
- Agachamento antes do saque – todas fazem igualzinho, tipo formiguinha disciplinada
- Movimento de braços na recepção – não é só bater, parece que abraçam a bola
- Grito sincronizado – até a reserva berra junto a cada ponto
Coloquei no slow motion e percebi um bagulho doido: as mina não piscam durante as jogadas difíceis. Sério!
Botação em Ação
Fui pra quadra com três coisas na cabeça:
- Postura de sapo – fiquei agachada igual elas, mó dor nas coxas depois
- Toque suave – parecia que tava pegando ovo cru pra não quebrar
- Respiração ritmada – inspirei no preparo, soltei o ar no impacto
Na primeira hora foi zica. Minha recepção virou bagunça porque tava pensando demais. Mas aí lembrei do que a capitã japonesa fala: “Erro é só informação”. Fui anotando os vacilos num caderninho sujo de suor.
O Clique que Mudou Tudo
Quando cansei de ficar corrigindo tudo junto, escolhi só um elemento por treino:

- Segunda-feira foco nos pés – deslize no lugar de cruzar
- Quarta-feira atenção nos braços – antebraços paralelos feito trilho
- Sexta-feira treino de olhos – fixar na trajetória até o último milésimo
Cara, em três semanas meu passe melhorou uns 40%. Até meu técnico estranhou! O segredo foi adaptar o método japonês pro meu biotipo – não adianta querer ser baixinha igual elas se tenho 1,80m.
Lição que Ficou
Aprendi na marra que:
- Disciplina > Talentão – treino chato dá resultado
- Microajustes > Mudança Radical – pequenos ajustes diários mudam o jogo
- Mentalidade Coletiva – até treino solo vira coisa de equipe quando você se imagina na seleção
Tô até hoje evoluindo nessa metodologia. Quem diria que assistir jogo japonês de madrugada me traria resultado? Vida que segue, bola que rola!